O salto alto fino batia no concreto, fazendo
um barulho discreto enquanto ela caminhava pela calçada de maneira singular e…
Poderosa. O cabelo castanho esvoaçava e sempre com o sorriso lateral pintado
nos lábios.
Oh, tão sexy.
- Bom dia, Rayana. – disse abrindo a porta de vidro.
- Bom dia, Hayley. Chegou bem na hora, chamada pra você, na linha dois. É o Thiago.
- Eu atendo na minha sala!
Andou até o local, sentou-se em cima da mesa e puxou o telefone logo em seguida, colocando-o no ouvido.
- Eu sei, foi perfeito! – em seguida soltou uma alta gargalhada.
- Pior que eu preciso admitir, foi sim.
- Obrigada!
- Eu nunca pensei que uma mulher… – soltou um suspiro e ela riu.
- Faria um trabalho tão perfeito? Ora, ora, não me subestime.
- Não estou, não se preocupe!
- Ótimo! – sorriu, cruzando as pernas – Então, o que posso fazer por você hoje?
- Eu quero a cabeça do Taylor York!
- E esse é o tal promotorzinho que te colocou no xadrez?
- Ele mesmo!
- Em quanto tempo?
- Duas semanas. Vai fazer?
- Conte comigo.
- Quanto?
- Agora chegamos à parte boa… Quinhentos mil.
- Ulalá. Pegou pesado, não acha?
- Você quer ou não quer um trabalho bem feito? – ouviu o silêncio no outro lado da linha – Foi o que pensei. Você está lidando com uma profissional, meu bem.
- Ok, ok. Amanha deposito metade e a outra você terá quando ele estiver morto e enterrado.
- Ele estará, foi ótimo fazer negocio com você. – e desligou o telefone.
Próxima vitima: Taylor York.
Oh, tão sexy.
- Bom dia, Rayana. – disse abrindo a porta de vidro.
- Bom dia, Hayley. Chegou bem na hora, chamada pra você, na linha dois. É o Thiago.
- Eu atendo na minha sala!
Andou até o local, sentou-se em cima da mesa e puxou o telefone logo em seguida, colocando-o no ouvido.
- Eu sei, foi perfeito! – em seguida soltou uma alta gargalhada.
- Pior que eu preciso admitir, foi sim.
- Obrigada!
- Eu nunca pensei que uma mulher… – soltou um suspiro e ela riu.
- Faria um trabalho tão perfeito? Ora, ora, não me subestime.
- Não estou, não se preocupe!
- Ótimo! – sorriu, cruzando as pernas – Então, o que posso fazer por você hoje?
- Eu quero a cabeça do Taylor York!
- E esse é o tal promotorzinho que te colocou no xadrez?
- Ele mesmo!
- Em quanto tempo?
- Duas semanas. Vai fazer?
- Conte comigo.
- Quanto?
- Agora chegamos à parte boa… Quinhentos mil.
- Ulalá. Pegou pesado, não acha?
- Você quer ou não quer um trabalho bem feito? – ouviu o silêncio no outro lado da linha – Foi o que pensei. Você está lidando com uma profissional, meu bem.
- Ok, ok. Amanha deposito metade e a outra você terá quando ele estiver morto e enterrado.
- Ele estará, foi ótimo fazer negocio com você. – e desligou o telefone.
Próxima vitima: Taylor York.